TIREÓIDE SOB CONTROLE JÁ

CRESCIMENTO MENINAS

2 de abril de 2014

BAIXA ALTURA CRESCER; GH NO CRESCER INFANTIL E JUVENIL,MAS NÃO UNICAMENTE PELOS IGFs-IGFBPs; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

O GH-HORMÔNIO DE CRESCIMENTO EXERCE SEUS EFEITOS PRINCIPALMENTE SOBRE O CRESCIMENTO LINEAR OU LONGITUDINAL EM NEONATAL, CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL MAS NÃO EXCLUSIVAMENTE PELOS IGFs (INSULIN-LIKE GROWTH FACTOR-FATOR DE CRESCIMENTO INSULINA SÍMILE) E SUAS PROTEÍNAS LIGADORAS-IGFBPs. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

O IGF-1 e o IGF-2 (insulin-like growth factor-fator de crescimento insulina símile) possuem estruturas similares à molécula de proinsulina, porém diferem da insulina na regulação, de receptores e efeitos biológicos. 

A estrutura dos IGFs (originalmente denominada fator de sulfação e somatomedina), os genes responsáveis por sua reprodução e as informações sobre sua fisiologia foram elucidados. O IGF recombinante por engenharia genética está disponível para uso clínico e alguns estudos muito recentes comparam o efeito de uma combinação de GH e IGF-1 com o proposito de avaliação de tal combinação e verificar se tal combinação é mais efetiva do que o tratamento somente com GH. Existem várias linhas de pesquisas que estão sendo analisadas onde o hormônio de crescimento (GH, GROWTH HORMONE) é o peptídeo produzido em maior quantidade pela hipófise anterior, exercendo um papel de destaque no crescimento ósseo e dos tecidos moles, particularmente no período pós-natal. Estes efeitos biológicos do GH são em grande parte mediados pela produção do fator de crescimento insulina símile-I (IGF-1, insulin-like growth factor-1) no fígado e em tecidos periféricos. Nas últimas décadas, diferentes autores têm se envolvido em uma grande controvérsia a respeito de duas teorias sobre os efeitos do GH e do IGF-1 no crescimento pós-natal. A teoria clássica defende que o IGF-1 produzido no fígado sob estímulo do GH é que age na placa de crescimento através do seu receptor tecidual específico (IGF-1R, IGF-1 receptor). Por outro lado, a chamada "teoria do efeito duplo" diz que o GH exerce além do conhecido efeito hepático, um efeito direto no osso através do seu receptor (GHR, growth hormone receptor), provocando diferenciação dos pré-condrócitos em condrócitos jovens. Após esta etapa, os condrócitos jovens iniciam a produção de IGF-1 que, através de efeitos parácrinos, estimulam a expansão clonal e a maturação dos condrócitos na placa de crescimento. Mais recentemente, um estudo com camundongos transgênicos nos quais a produção hepática de IGF-1 foi abolida, demonstrou-se que os animais cresceram normalmente, apesar de uma redução de 75% nos níveis séricos de IGF-1, sugerindo que o IGF-1 produzido pelo fígado não é essencial para o crescimento pós-natal. Ao contrário do observado no período pós-natal, a participação do GH no crescimento fetal intra-útero é bem menos relevante, com o IGF-1 tendo um papel mais importante nesta fase. 
 No sangue periférico, o IGF-1 se associa a proteínas de ligação, sendo que até o presente momento seis diferentes IGFBPs (IGF binding proteins) estão bem caracterizadas. A principal delas é a IGFBP-3, cuja produção, assim como aquela do IGF-1, também é estimulada pelo GH. Um dos estímulos para produção e secreção de GH pela hipófise resulta da ligação do hormônio liberador de GH (GHRH, GH releasing hormone), produzido no hipotálamo, ao seu receptor (GHRHR, GHRH receptor), presente na membrana celular do somatotrófo. O GHRHR é um receptor associado à proteína G, codificado por um gene de 13 éxons, que possui um domínio extracelular, sete domínios transmembranar e um domínio intracelular. A produção de GH inicia-se com a transcrição do gene GH1, que possui cinco éxons na sua estrutura. O principal produto do gene GH1 (cerca de 90% do total) origina-se da remoção de todos os seus íntrons, formando um RNA mensageiro que codifica uma molécula de GH com 191 aminoácidos e peso molecular de 22 kDa (kDa). Íntrons são regiões não-codificantes do RNA mensageiro, enquanto os éxons são regiões codificantes do RNAm. Eles estão relacionados a uma etapa muito importante do processo de síntese protêica dos eucariontes, denominada “splicing”. Neste processo (cujo nome significa “ato de cortar” em português), regiões específicas do RNA mensageiro (os íntrons) são recortados e eliminados. Devemos lembrar que o RNA mensageiro é uma molécula de ácido nucleico sintetizada no núcleo através da transcrição da mensagem contida no DNA. Esses íntrons eliminados são segmentos não-codificantes, porque não levam nenhuma mensagem para produção de proteínas. Depois que eles são eliminados, os segmentos resultantes (os éxons) unem-se entre si, formando a molécula de RNA mensageiro funcional, com a mensagem madura, ou mensagem propriamente dita. 
Este processo é importante, pois somente após ter passado por ele é que o RNA mensageiro se torna ativo na codificação da mensagem que levará à produção de uma proteína específica. Um processamento alternativo do gene GH1, em que ocorre uma perda de 45 nucleotídeos do éxon 3, leva à produção de uma molécula de GH com 176 aminoácidos e peso molecular de 20 kDa. Além destes dois peptídeos, outras isoformas e fragmentos da molécula de GH estão presentes em quantidades variáveis na circulação em consequência de fenômenos como agregação e proteólise.


LOW HEIGHT GROWTH; GH EFFECTS ON CHILD GROWTH, BUT NOT EXCLUSIVELY BY IGFS-IGFBPS; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

THE GH-GROWTH HORMONE PRIMARILY HELD ITS EFFECTS ON GROWTH OR LINEAR PITCH IN NEWBORN, CHILD, INFANT AND YOUTH, BUT NOT EXCLUSIVELY BY IGFS ( INSULIN-LIKE GROWTH FACTOR) AND BINDING PROTEINS-IGFBPS. PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

IGF-1 and IGF-2 (insulin-like growth factor) are similar to the proinsulin molecule structures, but differ in the regulation of insulin, receptors and biological effects. A structure of IGFs (originally called sulphation factor and somatomedin), the genes responsible for its reproduction and the information about their physiology were elucidated. 

The genetically engineered recombinant IGF is available for clinical use, and some very recent studies have compared the effect of a combination of GH and IGF-1 for the purpose of evaluation of such combination is more effective than treatment with GH alone. There are several lines of research that are being analyzed where the growth hormone (GH, growth hormone) is a peptide produced in greater quantities by the anterior pituitary, playing an important role in bone growth and soft tissue, particularly in the postnatal period. These biological effects of GH are mediated largely by production of insulin-like growth factor-I (IGF-1, insulin-like growth factor-1) in the liver and peripheral tissues. In recent decades, different authors have been involved in a great controversy regarding two theories about the effects of GH and IGF-1 in postnatal growth. Classical theory holds that the IGF-1 produced in the liver under GH stimulus is acting in the growth plate through their tissue-specific receptor (IGF-1R, IGF-1 receptor). On the other hand, the “theory of double effect” says that GH exerts beyond the known hepatic effect a direct effect on the bone through its receptor (GHR growth hormone receptor), causing differentiation of pre-chondrocytes in younger chondrocytes. After this step, the young chondrocytes initiate the production of IGF-1 that through paracrine effects stimulates the clonal expansion and maturation of chondrocytes in the growth plate. More recently a study using transgenic mice in which the liver IGF-1 production was abolished, showed that animals grew normally, despite a 75% reduction in serum levels of IGF-1, suggesting that IGF-1 produced by the liver is not essential for postnatal. Unlike the growth observed in the postnatal period, the share of GH in fetal intrauterine growth is much less relevant, with IGF-1 having a more important role at this stage. In peripheral blood is associated with IGF-1 binding proteins, and to date six different IGFBPs (IGF binding proteins) are well characterized. The main one is IGFBP-3, the production, as well as that of IGF-1, is also stimulated by GH. One of the stimuli for the production and secretion of GH by the pituitary results from the binding of GH releasing hormone (GHRH, GH releasing hormone) produced in the hypothalamus, to its receptor (GHRHR, GHRH receptor) present on the cell membrane of the somatotroph. 
The GHRHR is a receptor associated G protein, encoded by a gene of 13 exons, which has an extracellular domain, seven transmembrane domains and an intracellular domain. The GH production starts with the transcription of the GH1 gene contains five exons that its structure. The main product of the GH1 gene (about 90% of total) originates from the removal of all its introns, forming messenger RNA encoding a GH molecule with 191 amino acids and a molecular weight of 22 kilodaltons (kDa). Introns are noncoding regions of messenger RNA while the exons are coding regions of RNAm. They are related to a very important step in the protein synthesis of eukaryotes called “splicing " process. In this process (whose name means “act of cutting” in Portuguese), specific regions of messenger RNA (introns) are cut and removed. We must remember that the messenger RNA is a nucleic acid molecule synthesized in the nucleus by transcription of the message contained in the DNA. These introns are removed noncoding segments, because they carry no message for protein production. After they are removed, the resulting segments (exons) join each other to form the functional messenger RNA molecule with the mature message, or the message itself. This process is important because only after it is passed by the messenger RNA becomes active in the encoding of the message that will lead to the production of a specific protein. An alternative processing of the GH1 gene, wherein a loss of 45 nucleotides of exon 3 occurs, leading to the production of a GH molecule with 176 amino acids and a molecular weight of 20kDa. In addition to these two peptides, other isoforms and fragments of the GH molecule are present in varying amounts in the circulation as a result of phenomena such as aggregation and proteolysis.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

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Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
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Como saber mais:
1. Nosso sono nassas necessidades mudam ao longo de nossas vidas. Crianças em idade escolar jovens, adolescentes precisam dormir cerca de nove horas por noite...
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2. A maioria dos adolescentes, portanto, necessidade de dormir uma hora extra. Mas são poucos os que dormem 10 horas todas as noites...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Ao dormir o adolescente tem a oportunidade de descansar, recuperar e processar as impressões do dia. Pesquisa do Sono mostra claramente, que o sono é necessário para o seu filho para ser capaz de lembrar e aprender coisas novas...
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Malina RM. Maturação esquelética estudou longitudinalmente ao longo de um ano em brancos e negros seis a 13 anos de idade americanos Hum Biol1970; 42:. 377 -90; Tanner JM, Whitehouse RH, Marshall WA, Carter BS. Previsão da altura adulta, idade óssea e ocorrência da menarca, na idade de 4 a 16 com provisão para créditos de altura midparental Arch Dis Child 1975; 50: 14.-26; Kelch RP, Beitins IZ. Desenvolvimento sexual na adolescência. In: Kappy MS, a Blizzard RM, Migeon CJ, eds. O diagnóstico e tratamento de doenças endócrinas na infância e adolescência. 4th ed. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1994:193-234; Johnston FE. Aspectos do desenvolvimento da padronização de gordura.In: Hernandez M, Argente J, eds. Crescimento humano: aspectos básicos e clínicos. Amsterdam: Elsevier, 1992:217-26; DB Cheek. Composição corporal, hormônios, nutrição e crescimento do adolescente. In: Grumbach MM, Sepultura GD, Mayer FE, eds. Controlo do início da puberdade. New York: John Wiley & Sons, 1974:424-47; Bonjour J, Theintz G, Buchs B, Slosman D, R. Rizzoli anos críticos e fases da puberdade para a acumulação de massa óssea da coluna vertebral e do fêmur durante a adolescência J Clin Endocrinol Metab 1991; 73:. 555 -63; Slemenda CW, Reister TK, Hui SL, Miller JZ, Christian JC, Johnston CC.Influência sobre a mineralização óssea em crianças e adolescentes: evidências de efeitos variados de maturação sexual e atividade física J Pediatr 1994; 125:. 201 -7; Martha PM Jr, Rogol AD, Veldhuis JD, Kerrigan JR, Goodman DW, a Blizzard RM. Alterações nas propriedades pulsátil de concentrações circulantes de hormônio do crescimento durante a puberdade em meninos J Clin Endocrinol Metab 1989; 69:. 563 -70; Ho KY, Evans WS, a Blizzard RM, et al. . Efeitos da idade e do sexo sobre o perfil de 24 horas de secreção do hormônio do crescimento no homem: A importância da concentração de estradiol endógeno J Clin Endocrinol Metab1987; 64: 51 -8.; Lacy KA, Parkin JM. A criança curto normal: estudo da comunidade de crianças em Newcastle-upon-Tyne Arch Dis Child 1974; 49:. 417 -24.



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17 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: VELOCIDADE DE CRESCIMENTO ESTATURAL,

BAIXO CRESCIMENTO POR DEFICIÊNCIA DO HGH-HORMÔNIO DE CRESCIMENTO OU POR CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS ÚNICAS.

É muito importante a avaliação do Ritmo de desenvolvimento pondo estatural, em particular o crescimento, e inquestionavelmente se ocorrer uma baixa estatura por deficiência de HGH-hormônio de crescimento ou somatotrofina, pois pode influenciar durante toda a vida do individuo. O tempo, ou a velocidade com que uma criança amadurece, difere entre as crianças. Alguns adolescentes que com 12 anos, ainda parecem com os 10 anos de idade, eles são tão altos quanto seus 10 companheiros de anos de idade, e ainda esperam o seu desenvolvimento puberal; os outros 12 anos de idade com quase olhar adulto, e entre outros sinais também são sexualmente mais maduros do que seus companheiros de idade. Aspecto e biológicas da maturidade, muitas vezes diferem de desenvolvimento psicológico e na escola, mas a maturidade biológica geralmente se correlaciona com o crescimento e maturação óssea. Crianças que amadurecem em ritmo lento, geralmente também mostram um atraso da idade óssea (ou idade óssea), eles são chamados constitucionalmente atrasado. Crianças que amadurecem em ritmo acelerado em que a idade óssea é mais avançada do que a idade cronológica constitucionalmente são chamados avançados.
A placa de crescimento epifisária consiste de um pequeno disco cartilaginoso entre diáfise (parte longa de um osso longo) e epífise (a parte distal de um osso longo).Ossos longos costumam ter duas placas de crescimento epifisária. Estas placas são bem organizados, celas cartilagem não são apenas de forma compacta, mas mostram uma distinta "coluna-como" aparência. Esta característica é necessária para a direção do crescimento, levando em consideração ao mostrar um osso da coxa (esquerda), e uma pequena secção alargada (centro). Há uma óbvia estrutura coluna-como das células (visão esquemática do lado direito). As regiões epifisárias tornam-se menores na infância e adolescência e, finalmente, ossificar em uma sequência estritamente regulamentado durante a puberdade ou um pouco mais tarde. Quando as placas se fundiram - geralmente após a puberdade - e quando eles são completamente ossificado crescimento ósseo longitudinal pára. Nem todas as placas de crescimento amadurece na mesma velocidade. Por isso - especialmente durante a puberdade - proporções do corpo mudam, muitas vezes o punho estarem fechados, mais os ossos dos membros inferiores necessariamente não fecham ao mesmo tempo, e eventualmente podem beneficiar ainda que não de forma significativa de acordo com a expectativa de cada ser humano.

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologista - Neuroendocrinologia
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Dra Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:
1.Crianças que são pequenas para idade gestacional, terão problemas de crescimento ...
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2.Crianças e infanto juvenil deve tomar HGH hormônio de crescimento para corrigir deficiência...
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3.Obesidade interfere no crescimento durante fase criança, juvenil, adolescente ...
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Referências Bibliográficas:
J Pediatr Clin Endocrinol. 2010 Jun; 23 (6) :535-51.
Revisão sistemática da eficácia clínica de (somatropina) em crianças com curta estatura. Loftus J, R Heatley, C Walsh, Dimitri P.











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15 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRESCER COM APROVEITAMENTO MÁXIMO DA CARGA GENÉTICA EM ESTATURA PARA EVITARMOS A BAIXA ESTATURA, E SOBREPESO ASSIM COMO A OBESIDADE.

Os hábitos irregulares tornam o corpo um pouco fora de seu equilíbrio. Deve-se tentar garantir que o infanto juvenil e o adolescente se deitem e se levantem mais ou menos no mesmo horário todos os dias. Se o infanto juvenil e o adolescente estão dormindo o suficiente durante a semana, não há necessidade de sono extra nos fins de semana. O adolescente que não dorme o número de horas necessárias ficando muitas vezes cansado durante o dia, procurando dormir durante o dia para “recarregar as baterias”, mas este descanso diurno não deve ultrapassar o período de uma hora, porque de outra maneira interferirá no sono noturno, atrapalhando-o. A ansiedade e o estresse podem tornar difícil o relaxamento para se dormir bem. Tente manter um bom relacionamento com seu filho e ser sensível. Não é sempre fácil conseguir com que um adolescente se abra. Muitas vezes o relaxamento pode vir do fato do adolescente escrever seus sentimentos e pensamentos em um diário. Certifique-se que o adolescente não fique preso na frente da TV, do computador ou do videogame à noite. Assistindo TV, ficando no computador ou jogando videogame desperta o adolescente porque seu cérebro fica ativo e dificulta o relaxamento necessário para uma boa noite de sono ajudará e muito no crescimento do infanto juvenil e adolescente e potencializa suas funções imunológica.
Se possível você pode gravar os programas que o adolescente faz questão de assistir, assim ele o assistirá em outro horário, por exemplo, durante o dia. A atividade física também é boa para a saúde e o sono. Deve-se incentivar que o adolescente ou infanto juvenil pratique esporte em seu horário de lazer. Não é bom comer e beber demais antes de ir para a cama. Ensine seu filho a relaxar com uma bebida quente, sem cafeína. Um banho morno também pode ser relaxante e ajudar no sono. O quarto do adolescente ou infanto juvenil deve ser acolhedor, com uma cama confortável. Quando dormir, é bom que as cortinas fiquem bem fechadas para dar sensação de paz e tranquilidade, além de uma temperatura amena e ambiente escuro.
Muitas pessoas começam na adolescência também sair à noite. Isso nem sempre funciona bem com o trabalho escolar. Certifique-se de ter regras claras sobre quanto tempo seu filho adolescente pode estar ausente durante a semana e nos fins de semana. Quanto mais tarde, à noite, maior o risco, e em se tratando se saúde, entre muitos problemas que passa comprometê-los não se esqueça do sono com crescimento do infanto juvenil e adolescente e potencializa suas funções imunológica. Também se certifique que o adolescente tenha tempo para se recuperar depois de uma noite de diversão.

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1. Estudos recentes indicam que muitas das anormalidades metabólicas e psicológicas associadas à deficiência de GH podem ser revertidas com a reposição de GH...
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2. A Reposição de GH, somatotrofina, composto 191 em crianças juvenil ou infantil, pode ter um efeito benéfico sobre os lipídios...
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3. Os hábitos irregulares tornam o corpo um pouco fora de seu equilíbrio. Deve-se tentar garantir que o infanto juvenil e o adolescente se deitem e se levantem mais ou menos no mesmo horário todos os dias...
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr Diretor científico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo – Brasil. 2010-06-11: Britt-Marie Ygge, Unidade de Desenvolvimento, Hospital Astrid Lindgren infantil, Karolinska University Hospital-SWEDEN.










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6 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO,

SOMATOTROFINA POR DNA-RECOMBINANTE OBTIDO POR ENGENHARIA GENÉTICA EM CRIANÇAS E ADULTOS TRAZ GRAVES CONSEQUÊNCIAS, POR ISSO A NECESSIDADE DE REPOSIÇÃO DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO.

A deficiência do hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, é um distúrbio que envolve a glândula pituitária (uma pequena glândula localizada na base do cérebro), que produz o hormônio do crescimento e outros hormônios. Quando a glândula hipófise não produz hormônio de crescimento ou não o produz em quantidade suficiente, o crescimento será mais lento que o normal. Hormônio do crescimento (GH), somatotrofina, é necessário para o crescimento normal em crianças. Em adultos, o hormônio do crescimento (GH), somatotrofina é necessário para manter a boa quantidade de gordura corporal, os músculos e os ossos. Em adultos, o hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, baixo ou ausente também pode causar sintomas emocionais, tais como cansaço e falta de motivação. Os adultos com deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, podem apresentar o colesterol total pode aumentado, pode diminuir o bom colesterol HDL, pode aumentar o mau colesterol LDL e aumentar os triglicérides. Os adultos com deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, normalmente têm um histórico de tumores de hipófise, que podem ter sido tratados com cirurgia ou radioterapia. A deficiência de hormônio de crescimento (GH) pode ocorrer em qualquer idade.
A deficiência de hormônio do crescimento (GH), somatotrofina, é causada por secreção baixa ou ausente do hormônio do crescimento pela glândula pituitária. Isso pode ser congênita (uma doença que está presente ao nascimento) ou adquirida (uma condição que ocorre após o nascimento) condições. A deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, congênita pode estar associada a uma glândula pituitária anormal, ou pode ser parte de uma outra síndrome. Em condições normais de envelhecimento, há uma diminuição na quantidade de hormônio do crescimento secretada a cada dia e no padrão de secreção. As causas adquiridas de deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, incluem infecções, tumores cerebrais e lesões, cirurgia ou irradiação na cabeça. Em alguns casos, nenhuma causa pode ser identificada. Os sintomas da deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, em crianças incluem: Baixa estatura.
Velocidade de crescimento baixa para a idade e para o estágio da puberdade. Aumento da quantidade de gordura na cintura. A fisionomia da criança pode parecer mais jovem do que outras crianças de sua idade e sexo. O desenvolvimento da dentição é retardado. Retardado do início da puberdade. Os sintomas de deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, em adultos incluem o seguinte: Baixa energia. Fadiga. A resistência é diminuída e baixa tolerância ao exercício físico. Diminuição da massa muscular. Ganho de peso, especialmente em torno da cintura. Sentimentos de ansiedade, depressão ou tristeza, causando uma mudança no comportamento social. Pele seca e fina.

Dr. João Santos Caio Jr.
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1. A deficiência do hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, é um distúrbio que envolve a glândula pituitária (uma pequena glândula localizada na base do cérebro), que produz o hormônio do crescimento e outros hormônios...
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2. A deficiência de hormônio de crescimento (GH), somatotrofina, congênita pode estar associada a uma glândula pituitária anormal, ou pode ser parte de uma outra síndrome...
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3. A fisionomia da criança pode parecer mais jovem do que outras crianças de sua idade e sexo...
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Referências Bibliográficas:
Autor: Mohsen S Eledrisi, MD, FACP, Consultor FACE, e Professor Adjunto, Departamento de Medicina Interna, Divisão de Endocrinologia e Metabolismo, King Abdulaziz Guarda Nacional Medical Center, da Arábia Saudita. Editores: Arthur B Chausmer, MD, PhD, FACP, FACE, FACN, CNS, Professor afiliado Pesquisa, Programa de Bioinformática e Biologia Computacional da Faculdade de Ciências da Computação; principal, C / A Informática, LLC; Francisco Talavera, PharmD, PhD, Editor Senior Farmácia, eMedicine; George T Griffing, MD, Diretor , Divisão da General Internal Medicine, Professor, Departamento de Medicina Interna, St Louis University.











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5 de outubro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEVIDO SUA IMPORTÂNCIA VITAL DURANTE TODA A VIDA DO SER HUMANO, O HGH (HORMÔNIO DE CRESCIMENTO).

SOMATOTROFINA OU COMPOSTO 191 (191) AMINOÁCIDOS É UM DOS HORMÔNIOS MAIS ESTUDADOS, ENTRETANTO AINDA EXISTEM DIVERSOS ESCLARECIMENTOS POSITIVOS A SEREM INTEGRADOS AO SEU CONHECIMENTO, O ESTIMULO DO HORMÔNIO ATRAVÉS DE EXERCICIO FÍSICO POR UM LIMITE DE TEMPO, ONDE OCORRERÁ UMA ESTIMULAÇÃO NA PRODUÇÃO DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E PODERÁ FACILITAR O MÉDICO ESPECIALISTA (ENDOCRINOLOGISTA OU NEUROENDOCRINOLOGISTA), A OBTER UMA RESPOSTA SE ESTÁ OCORRENDO OU NÃO UMA ALTERAÇÃO DO PARÂMETRO ADEQUADAMENTE, E PODERÁ COM EXPERIENCIA EVENTUALMENTE EVITAR TESTE MENOS AGRESSIVOS.

Embora o HGH-hormônio de crescimento, somatotrofina, ou composto 191 (191) seja um dos hormônios mais estudados, vários de seus aspectos fisiológicos ainda não estão integralmente esclarecidos, incluindo sua relação com o exercício físico. Estudos mais recentes têm aumentado o conhecimento a respeito dos mecanismos de ação do HGH-hormônio de crescimento, somatotrofina, ou composto 191 (191) aminoácidos, podendo ser divididos em: 1) ações diretas, mediadas pela rede de sinalizações intracelulares, desencadeadas pela ligação do HGH-hormônio de crescimento, somatotrofina, ou composto 191 (191) aminoácidos, ao seu receptor na membrana plasmática, membrana celular ou plasmalema é a estrutura que delimita todas as células vivas; e 2) ações indiretas, mediadas principalmente pela regulação da síntese dos fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF) IGF-1 é um hormônio semelhante em estrutura molecular de insulina.
NEURÔNIO
Ela desempenha um papel importante no crescimento na infância e continua a ter efeitos anabólicos em adultos( anabolizantes são uma classe de hormônios esteroides naturais e sintéticos que promovem o crescimento e divisão celular, resultando em crescimento de diversos tipos de tecido, especialmente músculos e ossos. Anabolismo é o processo que constrói moléculas maiores a partir de menores). Um análogo sintético da IGF-1, mecassermina é usado para o tratamento da insuficiência do crescimento. Tem sido demonstrado que o exercício físico é um potente estimulador da liberação do GH. Uma das maneirara de se verificar respostas de funcionamento saudável ou não da produção do HGH - hormônio de crescimento, somatotrofina, ou composto 191 (191) aminoácidos, em paciente, alem de testes mais sofisticados como o da clonidina, também é usado a dosagem basal do HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, e o estimulo do hormônio através de exercício fisico por um limite de tempo, onde ocorrerá uma estimulação na produção do hormônio de crescimento e poderá facilitar o médico especialista (endocrinologista ou neuroendocrinologista), a obter uma resposta se está ocorrendo ou não uma alteração do parâmetro adequadamente, e poderá com experiencia eventualmente evitar teste menos agressivos.
A magnitude deste aumento sofre influência de diversos fatores, em especial, da intensidade e do volume do exercício, além do estado de treinamento. Atletas, normalmente, apresentam menor liberação de GH induzida pelo exercício que indivíduos sedentários ou pouco treinados. Evidências experimentais demonstram que o GH: 1) favorece a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo para geração de energia; 2) aumenta a capacidade de oxidação de gordura e 3) aumenta o gasto energético. Esses fatores são de extrema importância para o funcionamento fisiológico da produção do HGH - hormônio de crescimento, somatotrofina, ou composto 191 (191) aminoácidos, em suas ações metabólicas e funções vitais para as que geneticamente esta programado. Portanto independente de teste o crescimento esta diretamente ligado de forma intima a nutrição adequada e mais que isso, a exercícios adequados e orientados.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1. Na consulta, de início, o médico irá fazer perguntas sobre a dieta da criança, o apetite, hábitos de exercício, o padrão de defecação e qualquer problema social que possa existir...
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2. A chamada "idade óssea" pode estar atrasada ou adiantada ou ser compatível com a idade da criança...
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3. O crescimento da criança será gravemente prejudicado se uma deficiência de hormônio de crescimento não for corrigida...
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Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Cientifico et Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica - Van Der Häägen Brazil, São Paulo - Brasil,Susan R. Rose, MD, professor de pediatria no Hospital Infantil de Cincinnati Medical Center, University of Cincinnati College of Medicine, Ohio, USA; Susan Scott, MD, professor emérito de pediatria da Universidade do Novo México, Albuquerque, USA; Pediatric Academic Societies (PAS) e da Sociedade Asiática para Pediatric Research Reunião Anual 2011: Abstract 1.402,24. abril de 2011. Avaliado por Dr. Stephen Greene , pediatra consultor.

















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5 de setembro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O TRATAMENTO COM HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, SOMATOTROFINA, COMPOSTO 191, DE FORMA ADEQUADA, COM DIAGNÓSTICO PRECISO, DOSES CORRETAS, INDICAÇÃO RELEVANTE E EFICIENTE,

FAZ TODA A DIFERENÇA PARA PESSOAS QUE FICARÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE COMO UM AVATAR ÚNICO, COMO ACONTECEU COM LIONEL MESSI, HOJE CONSIDERADO O MELHOR JOGADOR DE FUTEBOL (SOCCER) DO MUNDO, PERTENCENTE AO ESPOTE CLUBE DE BARCELONA NA ESPANHA.

Em 1997, 10 anos, Lionel apresentava dois anos mais jovens do que seus companheiros de equipe, entretanto devido sua baixa estatura, tinha imensa dificuldade em participar do esporte que tanto amava. No entanto, Médicos competentes de imediato diagnosticaram seu problema de baixa estatura, finalmente diagnosticado uma deficiência de hormônio de crescimento primário e prescrito um novo tratamento para a reposição do hormônio HGH, de crescimento, que tanto lhe causava limitações em comparação com seus coleguinhas de clube. Durante quatro anos, Messi foi submetido ao tratamento especializado com utilização subcutânea de somatotrofina, HGH, hormônio de crescimento de maior eficiência noturna. "Não foi para a estética", diz Jorge, pois uma outra utilização para este substância é adquirir musculatura forte e rija, com definição de musculatura.
"Nós estávamos preocupados que o seu problema de crescimento de estatura (baixa estatura), que poderia causar-lhe problemas físicos no futuro." Empresa de seguros e saúde ajudou a cobrir o guia $ 650 mensais para apenas os dois primeiros anos, deixando Jorge, gerente de uma empresa metalúrgica, para assumir depois. Com o dinheiro apertado e a economia da Argentina em ruínas, a família considerou a possibilidade de migração para a Austrália ante o imenso talento apresentado pela criança, infantil juvenil, um real imenso talento que transformou esta talentosa criança única de Lionel, em Messi o melhor jogador de futebol (soccer) da atualidade e lhe abriu todas as portas possíveis e imagináveis de um esporte dos mais cultuados do mundo. Enquanto procurava em Buenos Aires, 190 quilômetros a sudeste de Rosário, na Argentina, o Barcelona, equipe de futebol que Messi atua, através de seu diretor Carles Rexach, ouviu o suficiente sobre Messi para levá-lo para a Espanha para um teste. Com apenas 13 de idade (13-year-old), preocupado com sua baixa estatura, mesmo assim ainda com preocupação o executivo da equipe o levou para a Espanha, mas depois de observá-lo por 30 minutos em um campo perto de Camp Nou, Rexach estava convencido.
"Se pudéssemos fazê-lo entender de futebol, o menino poderia ser um jogador espetacular", ele se lembra ao pensar nessa visão maravilhosa, que se desabrochou simplesmente no melhor jogador de futebol da atualidade (soccer). Assim, em 2000, o clube trouxe toda a família de Messi - incluindo dois irmãos mais velhos e uma irmã mais nova - a Barcelona, ​​instalo-os em um apartamento, conseguiu para o pai Jorge um trabalho administrativo e enviou Lionel para a escola. A Sra Messi, nomeada para ajudar em uma casa de pedra de 300 anos de idade, onde se basea, o principal centro de treinamento do Barça (Barcelona) Soccer Centric Academia. Os jogadores treinam quase que exclusivamente com a bola. Treinadores ensinam os fundamentos do sistema, como a colocação e o espaço, quando driblar e quando passar. Pequeno campo de treinos, com 11 jogadores que enfrentam fora em 17x14 metros um grande espaço, ajuda a desenvolver a visão, reflexos e precisão. "A equipe de Messi iria ganhar em cinco minutos", diz o assistente e ex-treinador dos juniores Tito Vilanova, do Barcelona. "Foi muito fácil. "O resto é uma história de sucessos sem precedentes de um menino com baixa estatura, franzino, com saúde deficiente, mas com muita vontade de vencer, progredir, lutar, tratar-se com apoio profissional e “voi lá”, temos de fato uma história muito bonita de um vencedor, que de baixa estatura, mas com tratamento adequado se tornou um exemplo de ser humano e de profissional que ficará para a história.

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
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Como Saber Mais:
1. Estudos recentes indicam que muitas das anormalidades metabólicas e psicológicas associadas à deficiência de GH podem ser revertidas com a reposição de GH...

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2. A Reposição de GH, somatotrofina, composto 191 em crianças juvenil ou infantil, pode ter um efeito benéfico sobre os lipídios...
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3. Podem ocorrer melhorias na capacidade de exercícios físicos e da função cardíaca nos pacientes que fizeram terapia de reposição de hormônio de crescimento – GH e apresentavam deficiência de hormônio de crescimento desde a mais tenra idade...
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr Diretor científico, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora clínica – Van Der Häägen Brazil, São Paulo – Brasil. Chad Nielsen é um escritor contribuindo para a ESPN Magazine., diretor Barcelona Futebol Club Carles Rexach, pai Jorge Messi.










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29 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRESCIMENTO E SOMATOTROFINA; NÃO EXISTE UMA DEFINIÇÃO DE BAIXA ESTATURA UNIVERSALMENTE ACEITA,

CONTUDO PODE- SE INFERIR COMO BAIXA ESTATURA OU DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO, ATRAVÉS DE ALGUNS PARÂMETROS INTUITIVOS QUE DESTOARÃO DAS CARACTERÍSTICAS FAMILIARES: VELOCIDADE DE CRESCIMENTO ABAIXO DE 5 CM/ANO, ALTURA ALVO ESPERADA MENOR QUE A CALCULADA DOS PAIS, OU 85 % DE BAIXA ESTATURA EM SE CONSIDERANDO ANCESTRAIS, 14 % ATRIBUÍDO À DOENÇAS ORGÂNICAS SUBJACENTES.

Um dos maiores desastres que pode ocorrer com crianças, infanto-juvenis, adolescentes e aos mesmos ocorrerem uma processo de estatura baixa, inferiores aos dos padrões esperados, levando em consideração um universo de causas, que traumatizarão nossos filhos para o resto da vida. Este é um dos motivos que muitos pesquisadores consideram que em se apresentando baixa estatura mesmo que não apresente uma doença evidente, só o fato da baixa estatura em si, justifica o tratamento com HGH – hormônio de crescimento, ou somatotrofina. Leve em consideração que a otimização genética de alcançar o máximo que possivelmente poderia resultar em um possível jogador de basquete ou de vólei com estatura genética otimizada, não é frequente embora estejam em teoria dentro dos padrões de normalidade ótima, que representa o sonho de todos nós paisExistem inúmeros fatores que independente do clássico cálculo de proporcionalidade entre pais e ancestrais, este fato é uma absoluta minoria, independente do que o pediatra achar com relação ao estirão no menino ou o máximo linear nas meninas; é um risco que pagaremos para ver sem certeza de que ocorrerá, pior que isso, se ocorrer fechamento da cartilagem de crescimento com consolidação e transformação óssea, este fato torna o crescimento natural impossível, e a estatura momentanea definifiva sem possibilidade natural de reversão do processo. As Principais situações associadas à baixa estatura como variante da normalidade, exige – se a exclusão de doenças que podem levar à baixa estatura, como por exemplo: Baixa estatura constitucional ou “maturadores lentos”. Quando a maturação está abaixo do 5 cm/ano, atraso da idade óssea e resposta farmacológica normal do GH –hormônio de crescimento, porém talvez com secreção espontânea do HGH – hormônio de crescimento diminuída.
Baixa estatura familiar onde as crianças, infanto-juvenis, adolescentes no viés (canal) de crescimento compatível com a altura alvo, sem atraso da idade óssea, e a velocidade de crescimento é aparentemente normal, mas não otimamente normal. Existe uma grande quantidade de síndromes que interferem gravemente no crescimeto e devem ser descartadas pelo endocrinologista ou neuroendocrinologista, que levam a baixa estatura, como é o caso das displasias esqueléticas, e alterações genéticas; acondroplasias, hipocondroplasias ou raquitismo. Aterações cromossômicas como síndrome de Turner, Síndrome de Down (cromossoma 21), síndrome de Silver Russel, Síndrome de Prader-Willi (cromossoma 15). Outras doenças mais comuns como; má – nutrição, doenças gastrintestinais, como doenças celíacas, inflamatórias intestinais crônicas, doenças renais, cardíacas, hematológicas, hepáticas, deprivação emocionais, PIG pequenos para idade gestacionais. Todas essas doenças acarretam baixa estatura, São graves e deve ser feito o diagnóstico o mais precoce possível.
Nas doenças da endocrinologia, e neuroendocrinologia; diabetes mellitus, principalmente mal controladas, hipotireoidismo congênito ou adquirido, excesso de glicocorticoide (cortisol) endógeno ou exógeno, deficiência de HGH – hormônio de crescimento ou somatotrofina ou composto 191, adquiridas ou desencadeadas por doenças congênitas, nanismo de Laron, ou resistência ao GH, classicamente quando existem gordura central com baixa estatura, voz infantil, traços faciais imaturos.
Doenças do metabolismo de cálcio, defeito no receptor do GH ou Passos intermediários na formação do IGF-1. Preste bem atenção, algumas doenças são comuns, mas nem todas fáceis de fazer diagnóstico e pode ocorrer um equívoco sem má intenção de qualquer profissional, mas uma coisa não nos engana, A BAIXA ESTATURA ou ao deficiência de crescimento, e quanto mais precoce for resolvido ou minorado, é melhor para a boa qualidade de vida do paciente.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia-Neuroendocrinologista
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Dra. Henriqueta V. Caio
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1.O hormônio de crescimento – HGH não se apresenta somento por alterações gongenitas ou genética, mas tambem por problemas ambientais...
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2.PIG – pequenos para idade gestacional também é uma doença que se apresentará no neo nato que levará a baixa estatura...
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3. Mesmo que aparentemente normal, tenha a certeza de que não existem outros fatores não aparente que levará seus filhos a baixa estatura, pois isto é o que realmente sempre ocorre, em caso de duvidas trate-os...
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Referências Bibliográficas:
Prof.Dr. João Santos Caio Jr, endocrinologista,neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, endocrinologista,medicina interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, Joan C. Han , MD; Ligeia Damaso , MSN, ARNP; Susan Welch , MSN, ARNP; Prabhakaran Balagopal , PhD; Jobayer Hossain , PhD; Mauras Nelly , MD. Parte inferior do formulário Recebido 16 março de 2010 , recebido na forma revisada 22 de julho de 2010 , aceito 03 setembro de 2010. publicados on-line 21 de outubro de 2010.















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